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Beriev danificado ao carregar água


 
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Bravo33



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MensagemColocada: Sex Jul 07, 2006 12:11 pm    Assunto:
Beriev danificado ao carregar água
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Beriev danificado ao carregar água

O avião Beriev, que está a ser sujeito a testes em Portugal, para utilização no combate aos fogos florestais, sofreu ontem um acidente, na sequência de uma acção de reabastecimento, soube o JN.

O acidente ocorreu na barragem da Aguieira, na zona Centro, quando a aeronave efectuava uma simulação de reabastecimento de água. Quando, já depois de concluída a operação, iniciava a subida não a conseguiu concretizar e acabou por embater em algumas árvores, danificando uma asa e um dos dois motores.

A avaria obrigou a tripulação a optar por uma aterragem antecipada na Base Aérea de Monte Real, uma unidade da Força Aérea, a partir de onde o Beriev tem vindo a operar, no âmbito dos testes para uma possível aquisição por parte do Estado português.

Ao JN, o Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil reconheceu que a aeronave teve uma avaria mas desconhece as circunstâncias que a provocaram.

Recorde-se que, tal como JN noticiou, citando um relatório da Protecção Civil italiana, o Beriev não está preparado para operar em terreno montanhoso.

Não são, no entanto, conhecidas as consequências para a aeronave que está a ser testada em Portugal devido ao acidente nem é conhecido o tempo de imobilização a que vai estar obrigado para reparação das avarias.

O aluguer deste avião (até ao final de Agosto) custará 1,55 milhões de euros a Portugal e no final o Governo decide se o compra. CV

fonte:jornal de noticias


Editado pela última vez por Bravo33 em Sex Jul 07, 2006 8:53 pm, num total de 1 vez
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MensagemColocada: Sex Jul 07, 2006 12:11 pm    Assunto:
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Bravo33



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MensagemColocada: Sex Jul 07, 2006 3:43 pm    Assunto:
Beriev B-200 vai ser testado este Verão
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Beriev B-200 vai ser testado este Verão
O Governo chegou a acordo com a Beriev para que um hidrovião B-200 opere, em testes, durante os meses de Julho e Agosto, no combate aos fogos florestais, ultrapassando assim o atraso neste processo.

Este Verão será realizado um teste operacional alargado, ao longo do qual serão avaliados nove parâmetros definidos pelo Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC) e que incluem a velocidade, capacidade de abastecimento em albufeiras e foz de rios ou descarga de água.

Só após esta avaliação e o devido estudo haverá uma decisão quanto à eventual aquisição de aparelhos, que se pretende seja realizada no âmbito da negociação de uma antiga dívida da Federação Russa a Portugal.

O acordo prevê que o Beriev B200 do último modelo esteja integrado no dispositivo nacional de meios aéreos, estando contratado um mínimo de 60 horas de voo e máximo de 100.

Segundo declarações de António Costa, Ministro de Estado e da Administração Interna, após uma reunião com os responsáveis da empresa, a operação custará entre 1.234 e 1.546 milhões de euros.

O avião ficará, "em princípio", estacionado na Base de Ovar da Força Aérea, mas actuará em todo o território, dependente das ordens do Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) do SNBPC.

António Costa salientou as vantagens do modelo em causa "beneficiar já de alterações introduzidas após os dois últimos anos de testes", feitos na Sardenha, mas recusou, antecipar cenários quanto à aquisição de aeronaves ou custos previstos, caso a operacionalidade venha a ser avaliada positivamente.

Alexander Luleshov, da Beriev, explicou que a estimativa da empresa aponta para que venha a ser descarregada pelo avião qualquer coisa como 3.000 toneladas de água, nas operações de combate.

O aparelho tem capacidade para transportar 12.000 litros, sensivelmente o dobro do Canadair, aparelho de combate pesado que tem sido usado no país, e atinge o dobro da velocidade do modelo canadiano.

As suas dimensões e perfilde voo podem, contudo, tornar-se uma desvantagem operacional, já que dificultam a aproximação ao solo e os abastecimentos de água que, na Sardenha, foram sempre feitos em mar, razão pela qual se estudou o uso desta no combate aos incêndios.

Num texto anterior, analisamos algumas características deste modelo e as vantagens e limitações, pelo que sugerimos aos nossos leitores que leiam ou releiam as considerações que então fizemos e que permanecem actuais.

Na altura, também nos referimos à questão do pagamento, que se pretende entre em conta com uma antiga dívida russa que também comentamos na altura, e que após a dissolução da União Soviética surge como particulramente difícil de cobrar.

Embora todas as ajudas sejam benvindas, o B 200 não se integra numa verdadeira estratégia de combate aos incêndios florestais, que permanece inexistente, vindo apenas reforçar opções tácticas que se afiguram como errada, facto que é demonstrado pelos resultados dos últimos anos.

Fazendo um paralelo, a chegada do Beriev sem que este seja complementado por outras medidas, lembra uma situação militar onde, dada a incapacidade de agir atempadamente e com a precisão necessária, se aumenta desmedidamente o poder de fogo, a despeito de custos e efeitos colaterais, do que não resulta necessariamente uma melhoria dos resultados.

Assim, sem estar integrado numa estratégia clara, a chegada do Beriev acaba por não passar de um pequeno paliativo, mais destinado a dar algum animo a quem já não confia, do que a obter resultados concretos

fonte:verão verde

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Bravo33



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MensagemColocada: Sex Jul 07, 2006 3:46 pm    Assunto:
Beriev sofre avaria grave perto da Barragem da Aguieira
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Beriev sofre avaria grave perto da Barragem da Aguieira
Beriev Be 200 em reabastecimento
O Beriev 200, avião russo que o Governo português alugou para combate aos fogos, e iniciou recentemente testes, sofreu ontem à tarde uma grave avaria no motor esquerdo, em pleno voo de testes, na Barragem da Aguieira, nos arredores de Santa Comba Dão, e só a perícia dos pilotos evitou a queda.

A tripulação tentava a aproximação à barragem para carregar água, cerca das 14:50, quando o motor esquerdo parou.

O avião ficou a voar apenas com um motor e o piloto perdeu por momentos o controlo do aparelho, que rasou copas de árvores, segundo uma fonte do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC).

O piloto, por razões de segurança, largou o combustível dos tanques, que provocou vários fogos florestais rapidamente controlados por equipas helitransportadas do Grupo de Intervenção e Protecção e Socorro da Guarda Nacional Republicana.

O Be 200 só não se despenhou, segundo a mesma fonte do INAC, "devido à grande experiência dos pilotos", russos, com "mais de mil horas de voo", tendo conseguido chegar à Base de Monte Real, onde tem estado estacionado.

O Beriev sofreu alguns danos e mas só hoje se ficará a saber se pode ser reparado rapidamente de modo a prosseguir os testes ou se é substituído por outro aparelho idêntico.

Esperamos que haja um inquérito rápido, de modo a averiguar quais as causas desta avaria de que podiam ter resultado graves consequências, apurando se foi uma questão meramente técnica, uma deficiência de manutenção, ou se existe um factor resultante do perfil de voo utilizado e que é condicionado pela orografia e pelas condições no local.


Fonte Verão Verde

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Bravo33



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MensagemColocada: Sáb Jul 08, 2006 8:48 pm    Assunto:
Três dias depois de ter sido apresentado para testes em Port
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Três dias depois de ter sido apresentado para testes em Portugal, o avião russo de combate a incêndios Beriev BE-200 já está inoperacional. Anteontem, uma manobra de reabastecimento na barragem da Aguieira terminou com a aeronave a colidir com eucaliptos.
[img]http://www.correiomanha.pt/getimage.asp?tb=IMAGENS&id=153283[/img]
O incidente, que tudo indica terá ficado a dever-se a “erro humano”, não provocou vítimas, mas abriu várias frentes de fogo na zona e levou já a Liga de Bombeiros Portugueses a questionar a opção do Governo.

“Temos consciência de que se trata de um avião eficaz, mas há várias limitações em Portugal à sua acção”, diz Rui Silva, da Liga dos Bombeiros Portugueses. “A principal é o reduzido número de barragens com capacidade para o tipo de reabastecimento que faz. Pelo que vimos na Aguieira, uma das maiores barragens, não aconteceu uma tragédia por escassos milímetros.”

Joaquim Leitão, vice-presidente do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC), não entra em pormenores sobre o incidente, admite que a “avaria” vai deixar o Beriev parado oito dias na base de Monte Real, mas garante que a zona onde decorria o teste é “adequada” e foi “validada”.

“Há 18 zonas de água que permitem o reabastecimento em voo, 14 das quais já foram alvo de reconhecimento e consideradas adequadas. Incluindo a Aguieira”, disse ao CM Joaquim Leitão. De acordo com os dados do fabricante, o Beriev BE-200 precisa de uma extensão de 800 metros para encher com água a totalidade dos seus depósitos.

O incidente com o Beriev ocorreu precisamente no final do ‘scooping’ – a manobra de reabastecimento na água. Os tanques, cuja capacidade ronda os 12 mil litros, estariam a metade. “Ao levantar, a asa esquerda do avião terá batido no topo das árvores e a aeronave sofreu algumas amolgadelas”, disse ao CM Anacleto Santos, director do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves (GPIAA).

O motor esquerdo, onde terão entrado pedaços de árvore, não chegou a explodir, mas teve de ser desligado e o piloto obrigado a largar combustível. A bordo da aeronave seguiam dois pilotos russos, um deles em formação, e um observador português. Algumas casas em Aguieira foram atingidas e deflagraram vários focos de incêndio, combatidos por cerca de uma centena de bombeiros.

O relatório final do GPIAA só deverá estar concluído dentro de algumas semanas, mas Anacleto Santos exclui duas das três hipóteses na lista de causas de qualquer acidente aéreo. “As condições atmosféricas não eram adversas e não há indícios de falha mecânica. Tudo aponta para uma falha humana.”

A reparação da aeronave será assegurada pela empresa, com peças vindas da Rússia.

'VI O AVIÃO A DEITAR FUMO'

Os primeiros focos de incêndio provocados pelo Beriev BE-200 começaram num quintal, em frente à casa onde trabalha Maria Helena Simões, na aldeia da Aguieira. “Eu estava a lavar roupa e ouvi um barulho esquisito. Olhei para cima e vi o avião a voar baixinho e a deitar muito fumo. Estava a ver que ele se enfiava nos eucaliptos”, recordou ontem a mulher. A aeronave não se despenhou, mas à medida que desaparecia no horizonte iam deflagrando os focos de incêndio.

“Conforme ele ia sumindo, iam começando os incêndios”, afirma Maria Helena. “A sorte – continua a moradora – é que apareceu logo gente da Aguieira e de Travanca do Mondego, que ajudou a apagar as chamas para não chegarem às casas.” Mesmo assim, o fogo provocado pela largada de combustível alastrou aos pinhais e os bombeiros mantinham-se de prevenção para evitar reacendimentos. “Apanhámos um susto dos grandes”, contou Maria Helena.

'AVARIA VAI INFLUENCIAR'

A avaria no Beriev BE-200 aconteceu três dias depois de o ministro da Administração Interna ter apresentado o aparelho russo como possível aquisição do Estado para o combate aos grandes incêndios florestais – e levou ontem António Costa a afirmar que esta “vai influenciar” a decisão final do Governo. “Este avião está cá para testes, e para ser avaliado, e tudo o que aconteça durante o seu desempenho será tido em conta na avaliação final”.

O ministro adiantou que o Instituto Nacional de Aeronáutica Civil está a investigar os motivos da avaria do aparelho – e, “pela descrição” que tem, “houve, aparentemente, um erro humano que provocou um acidente do qual resultou uma avaria no avião”. A decisão sobre a aquisição das aeronaves russas só será tomada quando terminar o período de testes, em Agosto.

BARRAGEM DÁ AZAR A AVIÕES

A Barragem da Aguieira está ligada à avaria de um outro avião pesado de combate aos fogos, há dois anos atrás. Um dos dois Canadair alugados pelo Governo, para o Verão de 2004, passou o mês quase todo de Julho encalhado numa das margens da barragem – e não foi substituído nem reparado pela empresa Omni-Aviação e Tecnologia, conforme o CM noticiou na altura. “As obrigações da empresa não foram cumpridas”, disse o então presidente do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil, Paiva Monteiro, e o combate às chamas ficou reduzido a um único meio aéreo pesado. Choveram críticas ao Governo da altura e Duarte Caldeira, presidente da Liga dos Bombeiros Profissionais, criticou “a dependência do Estado português relativamente a empresas privadas”.

OPÇÃO RUSSA

EXAMES E CUSTOS

O Beriev BE-200 vai estar em Portugal até ao final de Agosto, sujeito a testes técnicos de adequabilidade à missão de combate a fogos. Além de Portugal, através do SNBPC e do Governo, também a empresa fabricante está a recolher elementos. A presença da aeronave custará 1,55 milhões de euros. No final, Portugal decidirá se adquire o avião ou não.

ITÁLIA TAMBÉM TESTOU

Há dois anos, as autoridades italianas tiveram oportunidade de testar o Beriev para o mesmo tipo de missão. Na altura, o Governo português chegou a enviar observadores para avaliarem o desempenho do avião. No entanto, acabaram por ser detectadas algumas limitações na actuação do ‘gigante russo’ em cenários de incêndio.

'LIMITADO NO MAR'

Para a Liga de Bombeiros Portugueses, não é apenas a capacidade de reabastecimento em barragens – “Há muito poucas em Portugal com dimensão para isso”, diz Rui Silva – a jogar contra o Beriev. “O fabricante diz que a aeronave pode reabastecer no mar, com vagas até 1,20 metros. O que, em Portugal, só acontece no Algarve”, diz o responsável da LBP.

ÁGUA DOCE OU SALGADA?

A utilização de água salgada no combate a incêndios levanta problemas ao nível da regeneração dos terrenos. Neste momento, segundo a LBP, existem pareceres contrários de várias entidades. Em causa está a “destruição” causada pela água salgada largada pelas aeronaves nos terrenos. “Não há um entendimento científico quanto à capacidade de regeneração dos solos.”

fonte: correio da manhã

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