Bravo33

Sexo:  Registrado em: 19 Jun 2006 Mensagens: 1260 Local/Origem: Mealhada
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Colocada: Seg Jul 17, 2006 9:05 am Assunto: Bombeiros fazem greve e exigem demissão da direcção |
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Bombeiros fazem greve e exigem demissão da direcção
Cinquenta e cinco bombeiros da corporação de Tondela estão desde as zero horas de hoje sem prestar serviço em protesto contra a direcção da corporação. Os voluntários exigem mesmo que a direcção se demita. Na origem do protesto estão diligências feitas pelo próprio órgão directivo dos bombeiros no sentido de apurar se os dinheiros da corporação estão a ser usados para fins particulares.
Segundos os voluntários, houve mesmo uma deslocação por parte de elementos da direcção a uma estação de serviço para conferir os procedimentos e "verificar se havia abastecimentos em carros particulares dos bombeiros", conta Rolo Brás, comandante da corporação, também ele demissionário. A situação está a causar desconforto, pois os bombeiros consideram-se "insultados e vÃtimas da desconfiança da direcção", afirma Rolo Brás.
E acusam: "A direcção deixou de entrar no quartel", ao mesmo tempo que deixava sem resposta os diversos pedidos de material que o corpo activo solicitava. Rolo Brás garante que o material só chegou depois de "ter colocado o cargo à disposição".
Como o relacionamento entre comando de bombeiros e direcção da corporação se tornou impraticável, os primeiros decidiram avançar para uma paragem até que a direcção se demita. No entanto, este cenário é afastado por Graciano Simões, presidente da direcção da corporação que, assegura: "Só nos demitimos se os sócios da associação de bombeiros assim o pedirem." O dirigente acusa ainda Rolo Brás de estar "a manobrar os bombeiros contra a direcção". Entretanto, um grupo de 40 bombeiros, que, em Julho de 2005, suspendeu funções em protesto contra o comandante Rolo Brás, a quem acusaram de ter agredido um bombeiro, prepara-se para voltar ao activo, "mal o comandante saia".
O mal-estar na corporação de bombeiros de Tondela já foi comentado pela autarquia, através da vereadora do pelouro, que garante: "A câmara tudo fará para que o concelho não fique sem bombeiros." César Fonseca, do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil, não comenta a situação.
fonte:dn online
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Posto: Bombeiro de 3ª
Corpo de Bombeiro: 0112- Mealhada
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Colocada: Seg Jul 17, 2006 9:05 am Assunto: Click Aqui para Ajudar O site |
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Cursos: Tripulante de Ambulância de Transporte, Salvamento e Desencarceramento / Tripulante de Ambulância de Socorro
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Bravo33

Sexo:  Registrado em: 19 Jun 2006 Mensagens: 1260 Local/Origem: Mealhada
Posto: Bombeiro de 3ª
Corpo de Bombeiro: 0112- Mealhada
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Colocada: Ter Jul 18, 2006 2:09 am Assunto: Bombeiros de Tondela recuam na demissão |
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Bombeiros de Tondela recuam na demissão
Corporação decidiu esperar mais 15 dias até à próxima Assembleia-Geral
[img]http://sic.sapo.pt/NR/rdonlyres/E783B53C-1031-465C-9593-[/img]
Os bombeiros voluntários de Tondela adiaram a decisão sobre uma possÃvel demissão até à próxima Assembleia-Geral, que terá de ser marcada no prazo de 15 dias. Até lá os bombeiros continuam em funções.
No passado dia 7 de Julho, 56 bombeiros não assalariados – de um total de 72 efectivos – ameaçaram deixar de desempenhar as suas funções.
A intenção da corporação era, a partir do dia de hoje, apenas garantir os serviços mÃnimos. Mas em reunião decidiram adiar por 15 dias qualquer medida mais drástica na resolução dos conflitos com a direcção.
"Na Assembleia-Geral tomaremos unanimemente e com firmeza a nossa posição: ou ficamos, mas acabam as guerras, ou vamos embora, batemos com a porta", frisou o comandante Eduardo Rolo, garantindo que, até lá, os bombeiros vão assegurar "o serviço todo".
Os bombeiros vão agora reunir o maior número possÃvel de assinaturas, de modo a conseguirem a convocação de uma assembleia-geral extraordinária. Nessa reunião vão exigir a demissão dos corpos dirigentes.
As relações entre o comando e a direcção, empossada a 7 de Janeiro passado e presidida por Graciano Simões, têm-se agudizado com episódios sucessivos. O comandante alegou a "falta de diálogo" com a direcção e também de material, contando que a corporação chegou "a uma ruptura de stocks", sem "um metro de manga, pilhas, rádios".
Eduardo Rolo contou aos jornalistas outros episódios: desde alegadas declarações de Graciano Simões sobre a falta de dignidade do corpo activo até à intenção do mesmo em voltar a meter no quartel um grupo de bombeiros que abandonou a corporação por causa do comandante.
fonte:sic online
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